Fundada em 1839 no lugar da Vergada, freguesia de Argoncilhe, esta Banda deve o seu nascimento ao dinamismo, empenho e coragem de Joaquim Alves de Sousa Neves. Inicialmente conhecida por “Banda do Soqueiro”, devido à actividade industrial do seu fundador, passou a denominar-se Banda de Música de Espinho após integração nesta cidade que hoje conhecemos.
Neste período, embora os poucos registos conhecidos, destacam-se dois grandes momentos, a presença na inauguração da ponte D. Maria Pia em 1877 e o ano de 1908 com a participação na comemoração da chegada do primeiro comboio a vapor da linha do vale do Vouga. Este acontecimento contou com a presença do rei D. Manuel II em Espinho, que enalteceu a sua participação.
A Banda de Música nos anos subsequentes ganha projecção e afirma-se no mundo filarmónico, sendo convidada para festividades e romarias importantes, exemplo disso é a participação nas festas em honra a S. Sebastião dos Olivais, em Lisboa, em 1927.
Neste período, tem nota de destaque também a integração da Banda na corporação dos Bombeiros Voluntários de Espinho, no ano de 1926, conforme noticiado pelo jornal “O Comércio do Porto”, vinculação que se manteve até ao ano de 1994.
Nestes anos de grande prosperidade, não podemos esquecer uma época conturbada, nos anos 50, após o falecimento precoce de Fausto Neves, sobrinho do conhecido compositor espinhense, que iria ocupar o lugar de maestro.
Neste seguimento e porque uma associação vive de pessoas, não podemos deixar de mencionar três nomes que nos últimos 50 anos a marcaram pela perseverança, pelo carisma e pela paixão com que lutaram para honrar os pergaminhos desta banda de música.
Destacamos assim os Beneméritos, recentemente falecidos, Guilherme Faria que dão seu nome à Escola de Música que funciona com cerca de 30 alunos e Francisco Gomes de Castro, uma força da natureza na luta, dinamização e divulgação desta nobre associação.
Neste período, embora os poucos registos conhecidos, destacam-se dois grandes momentos, a presença na inauguração da ponte D. Maria Pia em 1877 e o ano de 1908 com a participação na comemoração da chegada do primeiro comboio a vapor da linha do vale do Vouga. Este acontecimento contou com a presença do rei D. Manuel II em Espinho, que enalteceu a sua participação.
A Banda de Música nos anos subsequentes ganha projecção e afirma-se no mundo filarmónico, sendo convidada para festividades e romarias importantes, exemplo disso é a participação nas festas em honra a S. Sebastião dos Olivais, em Lisboa, em 1927.
Neste período, tem nota de destaque também a integração da Banda na corporação dos Bombeiros Voluntários de Espinho, no ano de 1926, conforme noticiado pelo jornal “O Comércio do Porto”, vinculação que se manteve até ao ano de 1994.
Nestes anos de grande prosperidade, não podemos esquecer uma época conturbada, nos anos 50, após o falecimento precoce de Fausto Neves, sobrinho do conhecido compositor espinhense, que iria ocupar o lugar de maestro.
Neste seguimento e porque uma associação vive de pessoas, não podemos deixar de mencionar três nomes que nos últimos 50 anos a marcaram pela perseverança, pelo carisma e pela paixão com que lutaram para honrar os pergaminhos desta banda de música.
Destacamos assim os Beneméritos, recentemente falecidos, Guilherme Faria que dão seu nome à Escola de Música que funciona com cerca de 30 alunos e Francisco Gomes de Castro, uma força da natureza na luta, dinamização e divulgação desta nobre associação.
Ao longo da história da sua história, com períodos mais ou menos longos, dirigiram a Banda de Espinho os maestros Joaquim Neves, Ilídio Neves, Joaquim Teixeira, António Martins, Manuel Gomes, António Gomes, João Baltazar, Daniel Farrapa, Boaventura Moreira, Manuel Pleno, José Gonçalves, Fernando Baptista, Rodolfo Campos e Jaime Rego. A todos eles o nosso muito obrigado pela contribuição que deram no engrandecimento e valorização da Banda de Música da Cidade de Espinho.
Neste momento assume os desígnios da Banda de Espinho, o maestro Helder Tavares que conta com 62 músicos sob a sua direcção e também uma orquestra ligeira, composta por 25 elementos que participa com regularidade em concertos de solidariedade, temáticos e animações, executando um repertório alargado, com incidência em obras imortalizadas por Big Bands de New Orleans.
Das actividades levadas a efeito neste legado, referimos a organização conjunta com a Junta de Freguesia de Espinho do I Festival Ibérico de Bandas Filarmónicas em 2006, a participação no “Festival Hispano-Luso de Bandas de Musica e Ensembles de Viento” em Zamora e a participação no Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas Cidade de Aveiro, onde recebeu excelentes críticas por parte do públicos e dos comentadores do concurso
http://www.bandasfilarmonicas.com/noticias.php?id=1163.
Dos projectos actuais contam-se um novo CD, com repertório exclusivamente de compositores portugueses, contrastando com o CD gravado em 2001, seguem-se “II Filarmónica ao mais alto nível”, a realizar no grande auditório do Europarque, o Concurso de Vila Franca, nova participação no Festival de Zamora, para além da habitual actividade de concertos e romarias levando a todo o país e vizinha Espanha a divulgação musical e o nome da Cidade de Espinho.